É como se as árvores e as folhas devessem sussurrar em silêncio.
E é como se toda a legitimidade de existir dependesse da clausura de cada coisa em si própria.
“É-se menos na directa proporção daquilo que se dá”.
Por um lado, a necessidade de manter a negentropia que nos diferencia do meio envolvente, por outro a evidente contradição com tudo aquilo em que acredito…seriam as árvores árvores se não ouvíssemos os seus ramos cantantes?
E é como se toda a legitimidade de existir dependesse da clausura de cada coisa em si própria.
“É-se menos na directa proporção daquilo que se dá”.
Por um lado, a necessidade de manter a negentropia que nos diferencia do meio envolvente, por outro a evidente contradição com tudo aquilo em que acredito…seriam as árvores árvores se não ouvíssemos os seus ramos cantantes?
Não creio.
E por isso me obstino na dádiva a quem não quer receber.
Pode não querer ouvir o murmúrio da folhagem, mas, eventualmente, há de reparar quando por fim, exausto, se calar.
Anónimo

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